2011 – uma crise na administração/governança
Os Protestos que marcaram 2011 mostram indiganação com corrupção na política e nos setores públicos
Translation of: 2011 – a crisis in governance
A corrupção continua a ser uma praga em muitos países ao redor do mundo, de acordo com o Índice de Percepção da Corrupção 2011 que a Transparência Internacional libera hoje. Ele mostra que alguns governos falham em proteger os cidadãos da corrupção, seja pelo abuso de recursos públicos, suborno ou a tomada de decisões de forma obscura.
Transparência Internacional advertiu que protestos ao redor do mundo, freqüentemente alimentados pela corrupção e instabilidade econômica, claramente mostram que os cidadãos sentem que seus lideres e instituições públicas não são transparentes nem responsáveis o suficiente.
“Este ano, temos visto a corrupção nos cartazes dos protestantes, sejam eles ricos ou pobres. Seja numa Europa atingida pela crise de dívidas ou em um mundo Árabe começando uma nova era política, os lideres devem prestar atenção nas demandas por um governo melhor,” disse Huguette Labelle, Presidente de Transparência Internacional.
Índice de Percepção de Corrupção de 2011: Os resultados
As notas do índice de 183 países e territórios vão de 0 (altamente corrupto) até 10 (muito limpo) baseado nos níveis percebidos de corrupção do setor público. Utiliza dados de 17 pesquisas que olham para fatores tais como, o cumprimento de leis anticorrupção e conflitos de interesse.
Dois terços dos países classificados apresentaram nota menor que 5.
A nova Zelândia ficou em primeiro, seguida da Finlândia e Dinamarca. A Somália e a Coréia do Norte (incluídas no índice pela primeira vez) são os últimos.
“2011 viu o movimento por uma maior transparência tomar um momento irreversível, à medida que cidadãos ao redor do mundo exigem responsabilidades e transparência dos seus governos. Os países com altas notas mostram que com o tempo os esforços para melhorar a transparência podem se mantidos, bem sucedidos e beneficiar seu povo,” disse o Diretor Executivo da Transparência Internacional, Cobus de Swardt.
A maioria dos países da Primavera Arabe se categoriza na metade inferior do índice, tendo nota abaixo de 4. Antes da Primavera Árabe, um relatório de Transparência Internacional sobre a região advertiu que o nepotismo, o suborno, e o patronato estavam tão enraizados na vida do cotidiano, tanto que mesmo as leis anticorrupção existentes tinha pouco impacto.
Os países da zona Européia que sofrem de crises de endividamento, em parte devido as falha das autoridades em atacar o suborno e a evasão de impostos que são os fatores chaves da crise de endividamento, estão entre os países com menor nota da União Européia.
Transparência Internacional é a organização global da sociedade civil que lidera a luta contra a corrupção
Observação para os editores: O Índice de Percepção de Corrupção é composto de 17 pesquisas diferentes e avaliações. A nota do país em um ano não pode ser comparada à sua nota no ano anterior. A informação de como o Índice é preparado, está disponível em FAQ (Questões Freqüentemente Perguntadas).
Para a posição completa e as tabelas regionais, vá para: http://www.transparency.org/cpi
| País com a Maior nota | País com a Menor nota | |
| Américas |
Canadá Nota: 8.7 Classificação: 10 |
Haiti Nota: 1.8 Classificação: 175 |
| Ásia Pacifico |
Nova Zelândia Nota: 9.5 Classificação: 1 |
Coréia (Norte) Nota: 1.0 Classificação: 182 |
| Europa & Ásia Central |
Dinamarca/ Finlândia Nota: 9.4 Classificação: 2 |
Uzbequistão Nota: 1.6 Classificação: 177 |
|
Oriente Médio e Norte da África |
Qatar Nota: 7.2 Classificação: 22 |
Iraque Nota: 1.8 Classificação: 175 |
| África do Sub-Saara |
Botsuana Nota: 6.1 Classificação: 32 |
Somália Nota: 1.0 Classificação: 182 |
| G20 |
Austrália Nota: 8.8 Classificação: 8 |
Rússia Nota: 2.4 Classificação: 143 |
| OECD |
Nova Zelândia Nota: 9.5 Classificação: 1 |
México Nota: 3.0 Classificação: 100 |
| UE |
Dinamarca/ Finlândia Nota: 9.4 Classificação: 2 |
Bulgária Nota: 3.3 Classificação: 86 |
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Transparency International
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